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A mais temida pelos tutores de animais domésticos, a anestesia.

Sempre nos deparamos com a pergunta: “Dr. Mas não tem riscos, né?”. Riscos sempre tem, e é por isso a importância do médico veterinário anestesiologista durante o procedimento cirúrgico em um animal.

Independente se este animal é hígido, ou seja, não possui doenças concomitantes e vai realizar um procedimento simples, como exemplo uma limpeza de tártaro, pode ocorrer uma intercorrência, pois trabalhamos com medicamentos que possuem muitos efeitos adversos, mas calma! O anestesiologista saberá reconhecer esses efeitos e minimiza-los.

Para a realização do procedimento avaliamos o paciente, sua espécie, pois cada uma tem sua particularidade. Solicitamos exames de sangue para avaliar a função renal, hepática, hemograma, também eletrocardiograma, eco cardio, ou qualquer outro exame que seja necessário de acordo com a doença já existente, essa avaliação pré-anestésica irá determinar a conduta do anestesiologista sobre as medicações que serão necessárias para tal paciente.

O que podemos ter de intercorrências durante a anestesia:

  • Pressão baixa;
  • Reações alérgicas a algum medicamento utilizado;
  • Diminuição da frequência respiratória;
  • Diminuição dos batimentos cardíacos ou taquicardia;
  • Hipertermia ou hipotermia;
  • Apneia (parada respiratória)
  • Entre outros.

De acordo com o estado clínico do paciente esses efeitos podem ser maiores. É possível reverte-los? Sim, é possível, mas também depende do estado clínico do paciente e se ele responderá as medicações ou qualquer conduta que o anestesiologista exercitar sobre ele. Não devemos temer se por trás dela possuírem bons profissionais para executá-la.

Não podemos negar que, as vezes, podemos ter perdas, mas saiba que o anestesiologista fará o seu melhor para evitar que isso aconteça!

Eduarda Mansour

Sobre Eduarda Mansour

Médica Veterinária pós graduada em Clínica médica e cirúrgica de pequenos animais.
Cascavel - PR.

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