Historiando

SABORES DO MUNDO – URUGUAI

O Uruguai tem uma importante história de imigração, principalmente depois da Guerra do Paraguai, onde foi aliado da Argentina e Brasil, lutando conta os paraguaios. Neste período, o país recebeu grande número de imigrantes da Europa, em especial da Espanha e da Itália, os quais trouxeram, além da esperança de uma vida melhor, suas tradições culinárias. Em 1860 os imigrantes representavam 48% da população no território uruguaio, e oito anos mais tarde eles já eram 68%.

Mariana BrazSABORES DO MUNDO – URUGUAI
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SABORES DO MUNDO – ISRAEL

Pode-se dizer que o Estado de Israel é muito novo, criado em 1984 por judeus de todas as partes do planeta, que se estabeleceram nesse território situados entre o Egito e a Jordânia. Sua formação é recente, mas esta região possui origem muito antiga, sendo local de culto de três grandes religiões monoteístas: o islamismo, cristianismo e judaísmo. Em Israel tudo carrega o sinal de um passado distante, e mesmo as coisas mais simples podem se tornar um símbolo da identidade do seu povo, como no caso da comida. Na tradição judaica, o alimento tem um papel muito importante para a definição das raízes.

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SABORES DO MUNDO – VIETNÃ

Um fato sobre a cozinha vietnamita é que são preparados mais de cem pratos tradicionais diferentes. É um número realmente grande, e que talvez não corresponda à realidade, mas certamente dá uma noção da variedade de receitas típicas dessa nação do Sudeste Asiático.

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SABORES DO MUNDO – POLÔNIA

A história da Polônia é marca por grandes dominações e transformações políticas, recebeu influências culturais variadas, e teve sua dependência há pouco tempo. Esse país passou por muitos momentos históricos decisivos para o continente à qual pertence, a Europa, sempre com um papel relevante, apesar de não ser uma potência política. Por razão desses acontecimentos, seu povo cresceu como uma nação tolerante, aberta a diálogo e com vontade de conhecer hábitos estrangeiros, mas firme na afirmação da própria identidade.

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SABORES DO MUNDO – MARROCOS

A cozinha marroquina é o reflexo da história de vários povos. Durante os séculos, a gastronomia do país foi marcada pelas trocas entre a culinária do Marrocos e a de outros locais, resultando numa variedade de pratos que mescla culturas, tradições e gostos muitas vezes contrastantes.

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SABORES DO MUNDO – HUNGRIA

Com uma forte conexão entre o passado e o presente, a Hungria tem uma cozinha fortemente influenciada pela história. O país sempre foi um ponto de migrações e dominações, mas ainda é possível encontrar em sua mesa o espírito de um povo que sempre lutou e ainda luta pela expressão da própria identidade.

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SABORES DO MUNDO – INGLATERRA

A cozinha inglesa foi fortemente caracterizada pela sua posição geográfica, pelo seu clima e pela história do país. Por se tratar de uma ilha localizada no oceano, possui a maior parte se seu território banhada por essas águas, o que lhe conferiu um ingrediente fundamental à sua culinária: o pescado. Na Inglaterra come-se todo tipo de peixe e frutos do mar, dos mais nobres, como a lagosta e ostras, até os mais populares, a exemplo do bacalhau fresco.

As águas que banham o litoral da Inglaterra, além de serem um recurso gastronômico, influenciaram muito o clima, por isso, nesse país, é sempre bom sair de casa com um guarda-chuva em mãos. Os invernos são bastante moderados e favorecem um vegetação variada. O grande número de florestas fornece boa quantidade de carne de caça, como a de cervo, muito comum na cozinha inglesa. Os campos são destinados ao cultivo de hortaliças e cereais, como batata, aveia, beterraba, trigo e cevada. Um cultivo nobre no país é o do Yorkshire Forced Rhubarb, um tipo de ruibarbo mais doce e delicado que o comum e de cor mais intensa, além de ser raro e estar próximo à extinção.

ruibarbo inglês

Devido ao relevo, muitas regiões da Inglaterra são destinadas apenas para o pasto, fato esse importante para a criação de novilhos, cuja carne é usada no roastbeef, produto de alta qualidade exportado para todo o mundo. A produção de laticínios possui níveis de excelências elevados, entre os queijos ingleses mais famosos pode-se citar o stilton e o cheddar.

Se por um lado a geografia e o clima determinaram a base da gastronomia inglesa, a história deste país lhe conferiu identidade. Muitos acontecimentos marcaram a cozinha do país: a união do Reino da Inglaterra com o Reino da Escócia em 1707 significou a aproximação de duas culturas bastante distintas; no período da Revolução Industrial, quando a população do campo se viu forçada a se deslocar para as cidades, deu origem ao que se conhece com a típica refeição britânica – uma porção de carne com duas porções de hortaliças.

gastronomia inglesa

A Inglaterra é representada por uma sociedade multicultural, que começou a fazer parte deste país através das conquistas de numerosos territórios durante o Império Britânico e que prosperou com a abertura das fronteiras pela Lei de Nacionalidade Britânica, de 1984, onde todos os súditos do império passaram a ter livre acesso ao Reino Unido, tornando-se refúgio para indianos, paquistaneses, bengaleses, jamaicanos, sul-africanos, australianos e asiáticos. Esses povos trouxeram seus alimentos típicos, seus costumes e novas culturas.

O panorama gastronômico inglês também é caracterizado pelas bebidas, das quais podemos citar: as cervejas, as tradicionais ales inglesas, a sidra de maçã e o perry de pêra (ambos considerados “patrimônios alcóolicos” da Inglaterra), menos famosos que o uísque da Escócia.

Se a magnitude da gastronomia de uma país fosse medida pela abertura que ele dá à outras culturas diferentes da sua, a Inglaterra seria imensa.

chá inglês

FISH AND CHIPS

RENDE 4 PORÇÕES

Ingredientes

  • 4 filés de peixe com cerca de 160 g cada um (bacalhau fresco, merluza ou peixe branco firme de sua preferência)
  • 1 kg de batata para fritar
  • 2 ovos
  • 150 g de farinha de trigo, e mais um pouco para enfarinha o peixe
  • 170 ml de cerveja clara gelada
  • 1 litro de óleo de milho para fritar
  • Vinagre de vinho branco
  • Sal
  • Pimenta-do-reino moída
  • Maionese de ervas para acompanhar (opcional)

Modo de preparo

  1. Descasque e corte as batata em palitos. Lave em bastante água fria, escorra na peneira ou escorredor e seque muito bem com um pano limpo. Em uma frigideira funda, aqueça a metade do óleo de milho a 140⁰C para uma ré-fritura (jogue um pedacinho de pão no óleo; se ele for ao fundo e não subir, o óleo estará na temperatura certa). Frite as batatas em levadas por 5 minutos de cada vez. Escorra bem sobre papel-toalha.
  2. Separe as gemas das claras. Misture as gemas, a farinha, ½ colher (chá) de sal e a cerveja até formar uma massa; deixe-a repousar por 20 minutos.
  3. Bata as claras em neve e incorpore à massa mexendo delicadamente de baixo para cima. Tempere os filés de peixe com sal e pimenta-do-reino. Passe na farinha, sacuda para eliminar o excesso, mergulhe na massa e frite em uma nova frigideira, com a outra metade do óleo a 180⁰C (jogue um palito de fósforo no óleo, asse que ele acender, o óleo estará na temperatura certa). Frite por 6-8 minutos, até dourarem, e escorra os filés sobre papel-toalha.
  4. Reaqueça o óleo das batatas a 180⁰ frite novamente as batatas por 1 minuto, para que fiquem crocantes. Escorra, polvilhe com sal e gotinhas de vinagre e sirva com o peixe frito. Se quiser, acompanhe de maionese de ervas.

Fish and chips

CREME DE BRÓCOLIS

RENDE 4 PORÇÕES

Ingredientes

  • 1 maço de brócolis de 500 g
  • 140 g de queijo stilton (ou gorgonzola)
  • 200 g de batata
  • 1 cebola grande
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 600 ml de caldo de legumes
  • 1 colher (sopa) de salsinha picada
  • Sal
  • Pimenta-do-reino moída
  • Pão para acompanhar

Modo de preparo

  1. Lave o maço de brócolis, separe os floretes, lave novamente e escorra. Descasque o talo, elimine a parte dura e corte em cubos. Descasque, lave e corte as batatas em cuinhos. Descasque e pique bem a cebola.
  2. Aqueça a manteiga em uma panela e refogue a cebola, em fogo bem baixo, por 10-15 minutos, pingando um pouco de água, se necessário. A cebola deve ficar completamente macia, quase desmanchando, sem dourar. Junte as batatas e os brócolis, refogue ligeiramente e acrescente o caldo. Deixe cozinhar. Tampado, por 15-20 minutos, até que os legumes amoleçam. Deixe esfriar.
  3. Corte o queijo escolhido em pedaços pequenos. Bata a sopa com um mixer (ou liquidificador) e recoloque na panela, juntamente com o queijo, derretendo-o em fogo baixo e tomando cuidado para que não pegue no fundo. Tempere com sal e pimenta-do-reino, a gosto.
  4. Distribua o creme em quatro tigelas, salpique pimenta-do-reino e decore com a salsinha. Sirva a sopa acompanhada de pão ligeiramente tostado.

creme de brócolis

LANCASHIRE HOTPOT

RENDE 4 PORÇÕES

Ingredientes

  • 500 g de paleta (ou pernil) de cordeiro desossada
  • 600 g de batata
  • 1 cebola
  • 2 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de folhas de alecrim
  • 3 talos de aipo
  • 2 cenouras médias
  • 30 g de manteiga, e mais um pouco para untar
  • 200 g de ervilha congelada
  • 750 ml de caldo de legumes
  • Manjerona seca
  • Sal
  • Pimenta-do-reino moída

Moda de preparo

  1. Aqueça o forno a 200⁰ corte a carne em cubos de 2-3 cm. Descasque a cebola, corte-a ao meio e depois em fatias bem finas. Descasque e soque os dentes de alho com 1 ½ colher (chá) de sal, até obter um purê, e misture com o alecrim picado grosseiramente. Esfregue na carne essa mistura e pimenta-do-reino. Lave e seque o aipo e descasque as cenouras. Pique-os em cubinhos de aproximadamente 1,5 cm. Lave, descasque e corte as batatas em fatias finas.
  2. Unte grosseiramente um refratário com manteiga. Misture as batatas com a cebola e disponha como primeira camada, temperando com manjerona, sal e pimenta-do-reino. Misture os legumes picados com a ervilha e coloque-os em uma segunda camada. Disponha a carne por cima e uma última camada de batatas. Tempere novamente com sal e pimenta e distribua 30 g de manteiga em cubinhos sobre as batatas.
  3. Junte o caldo de legumes, cubra com papel-alumínio e leve o refratário ao forno quente. Asse por cerca de 90 minutos, ou até que as batatas estejam macias – ao espetar uma faca de ponta fina, o líquido deve sair claro. Cerca de 10 minutos antes do final, tire o papel e deixe as batatas dourarem. Sirva o Lancashire hotpot bem quente.

lancashire hotpot

SPOTTED DICK

RENDE 4 PORÇÕES

Ingredientes

  • 350 g farinha de trigo com fermento
  • 110 g de banha (ou manteiga ou gordura vegetal hidrogenada)
  • Uma pitada de sal
  • 110 g de açúcar refinado
  • 125 g de uva-passa preta e branca (ou cranberries desidratados ou outras frutas desidratadas a gosto)
  • Raspas da casa de 1 laranja lavada
  • 100-150 ml de leite
  • Laranja cristalizada em tirinhas [ou 2 colheres (sopa) de geleia de laranja] para decorar
  • Creme de leite batido para acompanhar

Modo de preparo

  1. Unte 4 fôrmas individuais de pudim. Coloque a farinha, a banha em pedaços (ou manteiga ou gordura hidrogenada), uma pitadinha de sal, o açúcar, as passas e as raspas da casca de laranja em uma tigela e misture tudo. Acrescente o leite aos poucos e mexa a fim de obter uma massa consistente.
  2. Despeja a massa nas fôrmas (deixando bastante espaço para os bolinhos poderem crescer) e alise a parte superior. Cubra com uma tampa ou com duas folhas de papel-manteiga mais uma folha dupla de papel-alumínio, prendendo-as com firmeza, para que ao abram durante o cozimento e deixe escapar calor e vapor. Coloque em uma assadeira grande em que possa despejar água fervente até a metade da altura das fôrmas.
  3. Asse em banho-maria por 1h30, acrescentando água fervente, se necessário, até os bolinhos crescerem e cederem ao toque do dedo. Retire das fôrmas e decore com as tirinhas de laranja cristalizadas. Sirva com o creme de leite batido.

spotted dick

Mariana BrazSABORES DO MUNDO – INGLATERRA
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SABORES DO MUNDO – CHINA

Teoricamente, todo mundo conhece ou já ouviu falar sobre a comida chinesa, mas sua essência é uma verdadeira incógnita. A gastronomia chinesa é uma das mais reproduzidas do planeta, frequentemente preparada em restaurantes improvisados, de baixo custo, com matérias-primas de qualidade inferior. Essa é uma prática que acaba por desvalorizar essa antiga tradição culinária.

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