Vinhos

Vinho na Vila na Ópera de Arame

Que a gente ama os vinhos brasileiros por influência da nossa Rainha do Vinho Keli Bergamo, todo mundo já sabe, né? É só ver o post apaixonado e apaixonante dela AQUI. O legal é que além de nós, tem muito mais gente apaixonada pelo vinho brasileiro e uma dessas pessoas é a Larissa Fin, idealizadora do evento Vinho na Vila que após edições de sucesso em São Paulo, Florianópolis e no Rio de Janeiro, chega a Curitiba nos dias 15 e 16 de setembro (sábado e domingo) na Ópera de Arame.

Arquitetando EstilosVinho na Vila na Ópera de Arame
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Wine Bars Descontraídos e Deliciosos

Cada vez mais as pessoas estão entendendo que vinho independe de mesa com toalhas de linho e sommelier de gravata borboleta para ser servido. O vinho é uma bebida que tem muito espaço em ambientes descontraídos, na rua, nos parques e em qualquer hora do dia.

A prova são wine bars que vem aumentando em todas as cidades e que, com bons vinhos, muitas opções e bons custos, tem aproximado o púbico mais jovem e também os cativos do vinho para esse lado mais informal.

Keli BergamoWine Bars Descontraídos e Deliciosos
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Como impressionar o crush com seus conhecimentos sobre vinho….

Esse post faz parte do especial Dia dos Namorados do AE mas como nem todo mundo estará namorando nesta data, como a coisa tá complicada, e como esse post sai a tempo de você conseguir desencalhar até o dia 12…. Selecionei junto com minha amiga e também especialista em vinhos Mayra Tincani algumas dicas “sedutivas” para impressionar o crush/peguete/magya/namorado no próximo encontro ou jantar ou na própria noite do dia 12.

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Vinho e Sopa: A dupla favorita do inverno!

Como boa pessoa que tem um espírito Benjamin Button dentro de mim, sempre fui chegada a uma sopa. Quando comecei a tomar vinhos logo vi que essa dupla seria um caso de amor eterno!!

Com esse friozinho chegando não dá pra descartar essa combinação né? Mas aqui também é bom pensar um pouquinho na hora de harmonizar.

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Vinho DOC, DOCG… Ou apenas vinho?

Aqui no AE adoramos falar sobre temas que causam dúvidas recorrentes. No caso dos vinhos, ouço muita gente envolva em lendas (vejam nosso post sobre as Lendas Urbanas dos Vinhos aqui) e nos últimos tempos vejo muita gente falando: só tomo vinho DOC. 

Oi??

Então… Cada época aparece uma onda diferente e com o aumento de informações – nem sempre confiáveis nas mídias não especializadas – as pessoas se confundem muito quanto aos termos relacionados aos vinhos.

Pois bem…Nem todo vinho que possui certificação de origem vai te agradar. Não é um selo que lhe proporcionará satisfação com o produto. Digo isso porque a certificação por DOC (Denominação de Origem Controlada), DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida), DOP, AOC, DOCa e tantas outras que aparecem nos rótulos (conforme o país de sua origem) dizem respeito ao estilo, tipicidade e regras de produção. Saber que um vinho possui a selagem de um DOC/DOCG pressupõe que aquele vinho atende aos requisitos determinados pela associação de produtores da região para tanto, mas não te “obriga” a achá-lo especial só por isso.

Vou dar alguns exemplos de vinhos muito especiais e que assim nasceram mesmo sem certificação. Por coincidência ambos são de minha querida Itália.

O Sassicaia é um dos vinhos conhecidos como supertoscanos, um termo que determina vinhos tintos da região italiana da Toscana, produzidos com uvas ou cortes de uvas não típicas da região. Nasceu nos anos 50, quando o aristocrata toscano Mario Incisa della Rochetta trouxe mudas de cabernet de Chateau Latife, em Bordeaux e as plantou num vinhedo chamado Sassicaia, em sua propriedade chamada Tenuta San Guido, em Bolgueri.

Sempre foi considerado um grande vinho, aristocrático, majestoso, mas só ganhou o “selo” DOC em 1994. aliás, um DOC só para ele:  Bolgheri Sassicaia. Antes disso sempre foi nobre, porém sem qualquer selo. Mudou algo? As regras apenas foram escritas.Ele nasceu grande e ainda o é!

Outro bom exemplo é do No Name, que ilustra nosso post também acima. Produzido na região do Piemonte onde se produzem os Barolos, vinhos incríveis com a uva Nebiollo, o No Name atendia a todos os requisitos para obter a classificação DOCG da região, mas foi recusado pelo Consorzio da região. O que fez o produtor? Continuou produzindo o mesmo vinho, seguindo as regras e com excelentes resultados, porém sem utilizar-se do nome Barolo, conforme determinado. Daí o rótulo curioso “sem nome” e com o registro de protesto escancarado logo abaixo.

 

Só pra constar: O No Name ficou incrível nessa harmonização com arroz de pato do Prosa Cozinha Secreta.

Viram como tudo é bem relativo quando se fala em vinho? Com DOC, DOCG ou o que for, o vinho tem uma garantia de procedência, mas jamais garantirá seu prazer se não for seu tipinho favorito. E como sempre digo: Você bebe rótulos ou vinhos??

Em um artigo sobre o No Name achei uma citação que adorei e transcrevo aqui para vocês:

“O que há em um nome?”, Gritou a bela Juliet da janela de Shakespeare, “Romeu e Julieta”. “Aquilo que chamamos de rosa por qualquer outro nome teria um cheiro tão doce.”

 

Até a próxima coluna, Keli Bergamo.

Keli BergamoVinho DOC, DOCG… Ou apenas vinho?
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